“Cada pessoa tem a sua historia. - Cada pessoa tem uma familia. - Cada familia tem origems. - Você não é apenas o que você imagina que é!"


sábado, 10 de setembro de 2011

Paes de Barros - Algums Illustres membros de familia

Prudente de Moraes Barros

Prudente de Moraes Barros

Ascendencia:

Pedro Vaz de Barros c/c Luizia Leme, pais de:
-Antonio Pedroso de Barros c/c Maria Pires de Medeiros; pais de:
-Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita; pais de:
-Beatriz de Barros c/c Manoel Correia Penteado; pais de:
-Maria Dias de Barros c/c Francisco Gonçalves de Oliveira; pais de:

-Maria Leite de Barros c/c Ignacio Barbosa de Araujo; pais de:
-Isabel de Barros c/c Fernando Antonio de Figuereió; pais de:
-José Marcellino de Barros c/c Catharina Maria de Moraes, pais de:

Prudente de Moraes Barros c/c Adelaide Benvinda da Silva Gordo
Em 1877 João Frederico Rehder, comprou do Barão de Tatuí a Fazenda São Pedro,
localizada na Vila de Santa Bárbara. No local existiam algumas casas de colonos, mata e a casa grande.

A Fazenda São Pedro, hoje propriedade da Usina Santa Bárbara, pertencia então ao Barão de Tatuí, e não ia lá muito bem de administração. Em conversa com o Dr. Prudente de Morais, a esse tempo, com banca de advogado em Piracicaba e que mais tarde tornou-se Presidente da República, soube que seria fácil adquirir a propriedade, cuja área de seiscentos alqueires.

Aconselhado pelo ilustre advogado a adquiri-la, respondeu-lhe não dispor da importância prevista, que era de catorze contos de reis.

Propondo-se ao papel de intermediário, conseguiu o Dr. Prudente. que o negócio fosse feito a prestações, o que permitiu então a compra pelo Major Rehder.

Dr. Prudente de Moraes foi tambem um primo do Barão de Tatui.. Foi descendente de Maria Dias de Barros, filha de Beatriz de Barros casada com Manoel Correa Penteado, ambos antepassados tambem do meu ramo dos Paes de Barros. Beatriz de Barros foi neta de Antonio Pedroso de Barros, filho do patriarca Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme. Por isso o Dr. Prudente de Moraes foi 3° primo em primeiro grau do meu tataravõ Barão de Tatui.


Francisco Guilherme de Aguiar Whitaker, o capitão Whitaker

Francisco Guilherme de Aguiar Whitaker
Ascendencia :

Pedro Vaz de Barros c/c Luzia Leme; teve filho:

-Antonio Pedroso de Barros c/c Maria Pires de Medeiros; pais de:
-Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita; pais de:
-Beatriz de Barros c/c Manoel Correia Penteado; pais de:
-Fernão Paes de Barros c/c Angela Ribeiro Leite; pais de:
-Antonio de Barros Penteado c/c Maria Paula Machado; pais de (meus 5°s avós):- Anna Joaquina de Barros c/c João da Costa Aguiar; pais de:
- Angela da Costa Aguiar c/c com William (Guilherme) Whitaker, natural de Inglaterra que foi vice-cônsul em Santos, pais de:
- Frederico de Aguiar Whitaker c/c Maria Amelia de Lima, pais de
- Francisco Guilherme de Aguiar Whitaker.

O fundador de Presidente Epitácio, Francisco Guilherme de Aguiar Whitaker - capitão Francisco Whitaker, nasceu na fazenda Paraíso, em Limeira (SP), em 10 de março de 1864. Filho de Frederico Ernesto de Aguiar Whitaker e Maria Amélia de Araujo Lima Whitaker. Tem como avós paternos Guilherme (William) Whitaker e Ângela da Costa Aguiar Whitaker.
Em 28 de outubro de 1893, Whitaker é nomeado para o posto de capitão do Esquadrão do 64º Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional da Comarca de Ribeirão Preto. Desde então passou a ser conhecido como capitão Francisco Whitaker.
Em 1º de janeiro de 1907, funda Porto Tibiriçá - célula-mãe que deu origem a Presidente Epitácio. Trabalhou muitos anos na Empresa Viação São Paulo/Mato Grosso - de propriedade do coronel Diederichsen, onde permaneceu até 7 de setembro de 1922.
A partir daí se inicia uma nova etapa na vida de Whitaker. Ele funda em Indiana a fazenda Santa Maria e torna-se um próspero fazendeiro na região, sem deixar de ter um coração generoso.
No final de sua vida, fez doações aos pobres e necessitados além de ajudar membros de sua família. Antes de morrer, Whitaker redigiu um testamento onde repartia o que restara de seus bens a instituições de caridade e aos 22 sobrinhos.
Com suas doações ajudou as Santas Casas de Indiana, Presidente Prudente e de São Paulo. Faleceu em Indiana, no dia 20 de setembro de 1944, solteiro, aos oitenta anos de idade, lúcido, após adoecer gravemente. Ele foi sepultado no Cemitério de Indiana.




Francisco Fernando Paes de Barros, o pai de Salto (de Itu)

Francisco Fernando Paes de Barros,
o Pai de Salto (de ITU)



Ascendencia


Pedro Vaz de Barros c/c Luzia Leme; pais de:
-Antonio Pedroso de Barros c/c Maria Pires de Medeiros; paise de:
-Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita ; pais de:
-Beatriz de Barros c/c Manoel Correia Penteado; pais de:
-Fernao Paes de Barros c/c Angela Ribeiro Leite ; pais de:
-Antonio de Barros Penteado c/c Maria Paula Machado ; pais de:
- Joaquim Floriano de Barros c/c Elisa Guilhermina Mesquita; pais de:
- Angelina Guilhermina Mesquita de Barros c/c Francisco Fernando Paes de Barros (pai) pais de:
-Francisco Fernando Paes de Barros c/c Maria Alexandrina de Barros

Filho de Francisco Fernando de Barros – senhor de engenho e produtor de cana – e Angela Guilhermina Mesquita Barros, o dr. Barros Júnior nasceu na então vila de Capivari, em 17 de março de 1856. Ao concluir seus primeiros estudos no Brasil – passando pelo Colégio São Luiz, de Itu, e Kopke, no Rio de Janeiro – partiu para os Estados Unidos, ingressando na Universidade de Siracusa (Syracuse University), com o propósito de se graduar engenheiro civil. Quando retornou ao Brasil, chegando em Itu em 1879, mostrou-se republicano convicto, assumindo posição de destaque no Partido Republicano de Itu. No mesmo ano se casou com sua prima-irmã, Maria Alexandrina de Barros.

Em 1880 Barros Júnior iniciou seus investimentos em Salto, com a construção de um edifício que funcionaria como tecelagem, que passou a operar em 1882, inicialmente com fios importados da Europa. Barros se sobressaiu mais como político que como industrial, sendo representante de um modelo típico do final do século XIX: político-fazendeiro-industrial. Seu pai já fora delegado de polícia em Capivari, sua terra natal. E um de seus irmãos mais velhos se elegera deputado provincial nos anos 1870.

A atuação política de Barros Júnior se iniciou nos anos 1882-1886, quando foi vereador em Itu – época que pleiteou diversos melhoramentos para a então vila do Salto. Entre 1892 e 1896, já sob o regime republicano de governo, foi deputado estadual pelo PRP (Partido Republicano Paulista). Barros Júnior deixava claro, desde seu retorno ao Brasil, quais eram seus objetivos: tornar-se um chefe político em Salto, aliando seus interesses como industrial e político do Partido Republicano Paulista (PRP).

Em Salto, Barros Júnior foi o responsável direto por algumas ações bastante significativas para a época: em 1880, reorganizou o Grêmio Musical Saltense, com caráter republicano; em 1885, criou o Gabinete de Leitura e Cultura Democrática; em 1887, fundou o Clube Republicano 14 de Julho; em 1888, fundou o jornal Correio do Salto, juntamente com Tancredo do Amaral. Aqui também o capivariano exerceu os seguintes cargos: subdelegado de polícia, intendente, presidente da Câmara e juiz de paz.

Naqueles seus anos iniciais em Salto, procurou auxiliar o recém-fundado Grêmio Musical Saltense, fundado em 1878, contratando um maestro – o ituano João Narcizo do Amaral – e comprando os instrumentos. Também admitiu alguns músicos em sua tecelagem, como operários. Em carta de 30/04/1940, o maestro Henrique Castellari [1880-1951], traz passagem sobre o Grêmio Musical e a participação decisiva do industrial pioneiro: “A Banda Musical Saltense foi fundada no ano de 1878, por um grupo de pessoas de boa vontade e vocação musical, quando Salto era ainda uma pequena povoação, com desenvolvimento incipiente. Foram seus fundadores Joaquim Florindo, Romão Ribas, João Manquinho, João de Assis e outros, todos já falecidos. Depois de 1880, mais ou menos, o benemérito saltense, Dr. Francisco de Barros Júnior, já falecido, ex-Deputado Estadual, proprietário de uma Fábrica de Tecidos nesta cidade, avocou-se a direção da referida Banda Musical. Assim, forneceu-lhe instrumental novo, músicas novas, mantendo o maestro João Narciso do Amaral (grande músico ituano), dando trabalho aos músicos em seu estabelecimento industrial e correndo todas as demais despesas da Banda por sua conta. Mais tarde, [em] 1890, referido industrial, vendendo sua indústria, afastou-se da direção da Banda, confiando todo o instrumental e pertences da mesma à guarda da Matriz local, (...)”.

Mas foi durante a epidemia de varíola de 1887, que atingiu toda a Província de São Paulo, que Barros Júnior notabilizou-se em Salto. Com seu auxílio, foram construídos três lazaretos (unidades de isolamento dos doentes, afastadas no núcleo central da vila). Auxiliou ainda na compra de medicamentos, víveres para alimentação dos doentes, roupas e leitos. Trouxe também médico e enfermeiras da capital. Luiz Castellari assim descreve a atuação do “Pai dos Saltenses” naqueles dias de surto epidêmico: “Nas horas em que não se ocupava com os enfermos, [Barros Jr.] saía na rua à frente de sua banda de música, soltando foguetes, como que afugentando o ‘vírus’ e assim alegorizar a população desolada”.

Na cronologia de Barros Júnior merecem ainda destaque duas datas: 1890, venda de sua fábrica de tecidos em Salto; e 1893, apresentação de projeto ao Congresso Estadual, que ampliava os limites de Salto, incorporando terras da margem esquerda do rio Tietê, antes de Itu. No ano do término de seu mandato como Deputado Estadual, segundo menciona Luiz Castellari, Barros Júnior teria “perdido seu cabedal”, ou seja, empobrecido: “De elevada posição social, a um humilde carreio, e arador de terra. Seguidamente vinha à Vila [de Salto], guiando seu carro de boi. De uma feita, estacionando em frente a uma casa comercial, pede ao proprietário um par de sapatão à crédito. Negam-lhe o pedido”. Barros foi o primeiro presidente do Conselho de Intendência de Salto [1890]. Entre 1896 e 1898, esteve ausente da 2ª Câmara de Salto, tendo retornado em 1899 e permanecido até 1907. Entre 1907 e 1918 não participou diretamente da política local. Em 1918, faleceu, aos 62 anos, de gripe espanhola. Ainda hoje seu nome está ligado à ideia de devoção às caus.


Brigadier Raphael Tobias de Aguiar


brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar
Parentesco com os Paes de Barros:

Pedro Vaz de Barros c/c Luzia Leme; teve o filho:

-Antonio Pedroso de Barros c/c Maria Pires de Medeiros; pais de:
-Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita; pais de:
-Beatriz de Barros c/c Manoel Correia Penteado; pais de:
-Fernao Paes de Barros c/c Angela Ribeiro Leite , pais de
-Antonio de Barros Penteado c/c Maria Paula Machado; pais de:
-Bento Paes de Barros, Barão de Itu c/c Leonarda de Aguiar ;

Foi irmão de Leonarda de Aguiar e cunhado do Bãrao de Itu o
- Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar

Leonarda, Rosa (ambos meus 4°s avós), Gertrudes e Rafael Tobias de Aguiar foram filhos de Coronel Francisco de Aguiar e Gertrudes Eufrosina Ayres.  O coronel Francisco de Aguiar foi assim o genro do tenente-coronel Paulino Ayres de Aguirre que foi genro do Salvador de Oliveira Leme.
Coronel Antonio Francisco de Aguiar foi arrematador de diversos impostos em Sorocaba. Assim amealhou consedéravel patrimonio ao longo de sua vida.
Como cobrador de novo imposto, entao colocado por Antonio da Silva Prado, entretiveram alcunos conflitos sobre os procedimentos de essa arredacao. Antonio Francisco de Aguiar teve 4 filhas (dois delas meus 4°s avós) e apena um filho homem, o famoso brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, importante homem da politica provincial nas primeiras décadas do Império.
Sucedendo ao pai, o brigadeiro manteve uma rivalidade ainda maior do pai com Antonio da Silva Prado por causa da cobrança dos impostos promovido por este.
Com as quatro irmãs de Rafael Tobias se estabeleceu uma notavél iniciativa para uma solida aliança com a familia Paes de Barros, natural de Itu, grande produtora de acùcar: Rosa casou com Francisco Xaver Paes de Barros, o Chico de Sorocaba (pais do meu trisavô Barao de Tatui). Quando Rosa faleceu, Anna, a outra irmã casou-se com o mesmo Francisco Xavier Paes de Barros.
Outra irmã, Getrudes Eufrosinia casou com Antonio Paes de Barros, primerio barão de Piracicaba e irmão de Francisco Xavier. Leonarda, ultima irmã do brigadeiro casou-se com outro irmão de Francisco Xavier, o Barão de Itu, Bento Paes de Barros (e outro meu 4° avô).Essos casamentos das 4 irmães do Brigadeiro Rafael Tobias com 3 irmãos Paes de Barros eram um caso notavél e estrategias claras para a consolidaçao de importantes laços familiares e comerciais.


A marquesa de Santos, esposa do Brigadeiro de Aguiar

Marquesa de Santos


Domitila de Castro Canto e Melo nasceu em São Paulo, a 27 de dezembro de 1797, filha do Visconde João de Castro Canto e Mello e de Dª Escolástica Bonifácio de Toledo Ribas.
Casou-se aos 16 anos com um fidalgo da Casa Real, teve três filhos, mas logo se separou.
Em 1822 iniciou o famoso romance com o Imperador, que durou 7 anos.
Em 1825, foi nomeada Primeira Camareira de D. Leopoldina, esposa de D. Pedro I. Além de conseguir várias regalias na Corte para si, parentes e amigos,sua ascendência sobre o Imperador permitiu-lhe influenciar decisões políticas,o que desagradava profundamente os nobres da época. Recebeu, como prova de amor, os títulos de Viscondessa e Marquesa de Santos e o Palacete do Caminho Novo onde residiria de 1827 a 1829.
Desse relacionamento nasceram 4 filhos, mas somente duas meninas sobreviveram: Isabel Maria de Alcântara Brasileira, Duquesa de Goiás, que ficou com o pai após o término do romance, e Maria Isabel, futura Condessa de Iguassu, de quem Domitila estava grávida ao se separarem.
O romance terminou, por imposições políticas, por ocasião do casamento de D. Pedro com Dª Amélia, quando a Marquesa foi obrigada a retornar a São Paulo, grávida da sua última filha.

Em 1842, casou-se a Marquesa de Santos com Raphael Tobias de Aguiar, com quem já vivia há 9 anos. Com ele teve 6 filhos. Viúva em 1857 e muito rica, a Marquesa ainda sobreviveria 10 anos ao companheiro, falecendo a 3 de novembro de 1867, aos
70 anos de idade. Nos seus últimos anos de vida, dedicou-se à prática de caridade. Nas festas e recepções era sempre convidada de honra. Para ela, era sempre preparado um lugar especial, chamado correntemente de " o trono
da marquesa" .



Washington Luis

genro do 2° Barao de Piracicaba, Rafael Paes de Barros, casado com Sofia Paes de Barros


Washington Luis,
cunhado e primo
dos Paes de Barros

Washington Luis casou-se com Sofia (Oliveria) Paes de Barros.
Ascendencia de Sofia Oliveira Paes de Barros:


Pedro Vaz de Barros c/c Luzia Leme, pais de:
- Antonio Pedroso de Barros c/c Pires de Medeiros, pais de:
- Pedro Vaz de Barros neto c/c Maria Leite de Mesquita; pais de:
- Beatriz de Barros c/c Manoel Correia Penteado; pais de:
- Fernão Paes de Barros c/c ; Angela Ribeiro Leite, pais de:
- Antonio de Barros Penteado c/c Maria Paula Machado, pais de:
- cap. Antonio Paes de Barros, 1.Barão de Piracicaba, c/c Gertrudes de Aguiar, pais de:
- Coronel Raphael Tobias Paes de Barros 2° Barao de Piracicaba c/c Leonarda de Aguiar Barros; pais de:
- Sofia (Oliveira) Paes de Barros c/c Washington Luis


Sofia foi primeria dama do Brazil entre 15 novembre 1926 e 24.19. 1930.

Filha de Rafael Pais de Barros, segundo barão de Piracicaba, Sofia conheceu seu marido em uma reunião de música e poesia com amigos.
Eles se casaram no dia 4 de março de 1900 e tiveram quatro filhos: Florinda, Rafael, Caio Luís e Vítor Luís.